segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Quem é que, nas horas de silêncio e recolhimento, nunca interrogou à natureza e ao seu próprio coração, perguntando-lhes o segredo das coisas, os porquês da vida?
Arrume sempre suas gavetas.
Uma vez li alguma coisa a respeito de uma garota que pedia para a sua avó a solução de um problema grave. A avó disse: "suba, arrume suas gavetas e após fazer isso você terá a solução".
Experimentei fazer isto e pude notar que existe uma conexão...
Você deve estar se perguntando o que tem a ver a gaveta com os problemas?
E minha resposta é simples uma gaveta desarrumada é o espelho da vida, então toda vez que você está com alguma coisa bagunçada, alguma área de sua vida manifesta bagunça. Toda vez que você está com alguma coisa desorganizada, essa desorganização se reflete na sua vida.
Somos um reflexo de Deus do universo, todos temos um mundo dentro de si.
Nossas casas são um reflexo de nossos estados emocionais. Se você tem dentro de si reflexo do mundo, quando está desorganizado interiormente, manifesta isto exteriormente.
Quando essa manifestação exterior veio antes, você pode reorganizar o seu mundo interno mostrando simbolicamente que está arrumando externamente.
O universo funciona assim: o que está dentro está fora. O que está em cima está embaixo. O que está de um lado está de outro. Então se você lembrar sempre que pode influenciar o interior com o exterior e vice-versa, você tem a chave para a organização total.
No momento em que você limpa a sua gaveta e joga fora aquilo que não presta, está reprogramando simbolicamente o seu interior. É uma das melhores chaves para conseguir serenidade e respostas para problemas muito difíceis.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Para minha grande amiga.
Jack passamos uma existência inteira criando expectativas em nossas relações pessoais, afetivas, familiares. Confiamos, acreditamos, gostamos e muitas vezes nos decepcionamos e nos machucamos. Criamos ilusões diante de quem conhecemos e quando estes têm comportamentos inesperados, o chão de nossa segurança desaparece e nos sentimos ameaçados. Quando isso acontece, muitas vezes custamos a acreditar nos fatos, apesar deles serem reais e estarem à nossa frente. Como defesa para não sentirmos a dor, negamos, fugimos, mas logo a mágoa volta para nos lembrar que fomos enganados, traídos.
Muitas vezes, dependendo do grau do envolvimento, acabamos por confundir a realidade com nossas necessidades e vemos o outro como desejamos que fosse e não como ele se apresenta. Ou seja, com muita facilidade confundimos ideal com real. Claro que outras vezes, o outro faz de tudo para acreditarmos que ele seja como anjo, mas com o tempo percebemos que estava muito distante disso.
Jack os principais responsáveis por nossas desilusões somos nós mesmos, pois idealizamos a outra pessoa e, ainda que inconscientemente, projetamos nela a responsabilidade de satisfazer nossas necessidades. Assim, perdemos a capacidade de discernir a realidade da necessidade e a própria responsabilidade de suprirmos nossas carências.
Se você reparar melhor e voltar um pouco ao passado, talvez perceba que foi enganada, na verdade, por ignorar sua intuição, sua voz interior, sua alma que quase sempre diz: "não vai dar certo, não confie, não vá adiante". Ignoramos nossos valores como se não fosse correto confiar em nossa própria voz. E aí nos enganamos e nos machucamos.
Isso quer dizer que não devemos acreditar nas pessoas? Devemos acreditar acima de tudo em nós mesmos, e muitas pessoas confiam mais em outras pessoas do que em si próprias e esse não é o melhor caminho. O que devemos evitar é colocar todo nosso referencial de vida e valores no outro, deixar de viver a própria vida e viver a vida do outro. Não podemos perder nosso referencial interno, pois ao mantermos nossas referências, ficará mais difícil alguém nos decepcionar a ponto de nos perdermos de nós mesmos.
Algumas pessoas sofrem demais, porque na verdade, esperam demais, ou ao menos, esperam que o outro tenha respeito e valores semelhantes aos seus, o que nem sempre acontece.
Confiar em alguém nos dias de hoje é algo muito delicado. Se você se considera uma vítima constante de pessoas assim, não será hora de parar um pouco e repensar sobre seus próprios valores e a forma de conduzir a própria vida? Ou ainda, não confiar tanto assim? Você pode sofrer por ter sido enganada, mas sofrerá muito mais por ter se deixado enganar. De nada adiantará ficar revoltada, brigar com o mundo, achar que não se deve mais acreditar no ser humano. Mas talvez seja importante para você acreditar acima de tudo em você mesmo.
Lembre-se que quem engana ao outro, na verdade, está enganando e fugindo de si próprio. Ou seja, quem "brinca" com os sentimentos de alguém, quem machuca o outro, está desrespeitando antes de tudo a si mesmo, escondendo-se atrás de máscaras por não conseguir suportar seus intensos conflitos internos. Parece que pessoas assim se esquecem que com o tempo as conseqüências podem se inverter, tendo efeito bumerangue: vai e volta. Estão tão atentas como lesar ou prejudicar o outro que nem conseguem perceber o mal que estão causando a si mesmas e nem se dão chance de descobrirem que podem ser muito felizes sem ser preciso machucar alguém.
Em qualquer relacionamento, e independente do tempo que se mantenha, podemos ouvir o que nos dizem entender o que pensam, ou melhor, dizem pensar, mas dificilmente saberemos o que realmente sentem. Se até nossos próprios sentimentos nos fogem ao controle, imagine o que o outro sente. Amizade, cumplicidade, ética, responsabilidade, comprometimento, respeito, são valores hoje muito difíceis de serem encontrados.
Talvez por isso, seja tão importante valorizarmos aqueles que nos são caros, que mostram coerência entre o que sentem, fazem e falam. E mais importante ainda, é valorizarmos nossa intuição, que muitas vezes nos diz para não seguirmos adiante, mas ignoramos e seguimos em frente e depois nos decepcionamos, não só com o outro, mas também com nós mesmos. Por isso, observe mais, fale menos e tenha a certeza que para alguém ser especial para você e participar da sua vida, deve respeitar ao outro como a si mesmo o que, infelizmente, poucos conseguem.
Por tudo isso, confie acima de tudo em você! E no máximo em uma folha de papel em branco, se quiser desabafar.
E lembre-se do escreveu Jean Paul Sartre: "Não importa o que fizeram com nós, o que importa é aquilo que fazemos com o que fizeram de nós".
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Respeite seus momentos de solidão e reflexão.
Tenho reparado como somos passionais com nossos assuntos. E como nos envolvemos nas coisas da nossa vida. Já reparei que quando estamos com algo em mente aquilo toma uma enorme dimensão. Envolvida com meus pensamentos obtive uma pequena compreensão de que as pessoas têm sobre o egoísmo. Pensamos que ser egoísta se refere a querer as coisas só para si. Mas isto não é o único sentido do egoísmo. Egoísmo também se refere a uma pessoa auto-entrada, a alguém que quer ter domínio sobre a situação, quem quer ter um controle excessivo sobre os fatos da vida e sobre as pessoas. E é exatamente assim que eu sou vivo manifestando meu ego, o meu desejo de controlar as coisas.
Tenho em mim que pessoas boas, amáveis, gentis podem ser muito egoístas. Você pode, sem desejar ser muito egoísta e nem saber que está sendo. Querer controlar a vida e buscar a manifestação dos seus desejos é um ato de egoísmo, mas o correto e não se desesperar com estes pensamentos porque todos nós temos um ego e num tempo ou noutro vamos nos manifestar mais egoístas, mais desejosos de controlar a vida.
O bom mesmo seria dar o devido valor às coisas e o egoísmo, meu o objetivo é mostrar que não é porque valorizamos algo que aquilo se transforma na coisa mais importante da nossa vida. Não é porque queremos que algo dê certo que aquilo é o centro do universo. Aliás, temos sempre que deixar um espaço para a mudança, para o inesperado, para a ação de Deus em nossa vida. A vida segue por rumos inesperados e é nesse movimento diferente, que encontramos a realização e conforto.
Precisamos aprender a lidar com o inesperado. Precisamos nos abrir para uma forma diferente de ver os fatos da vida. Uma pessoa auto-centrada, focada em seus objetivos, pode apresentar para si mesma e para seu trabalho e objetivos, excelentes resultados, até porque no lado profissional precisamos ter foco, precisamos trabalhar para alcançar os objetivos, precisamos ser úteis, centrados, fortes, mas na vida, como um todo, precisamos nos abrir. Faz parte do desenvolvimento humano e da prática da espiritualidade perceber o valor relativo das coisas, dos nossos planos, da materialização dos nossos intentos.
Acredito que para sermos felizes, precisamos nos abrir e dar real valor às coisas. E sempre que a aflição e o estresse se manifestarem, deixemos um espaço para a reflexão.
Se você está como eu e a maioria das pessoas, correndo para cumprir prazos, alcançar resultados, encontrar a felicidade no amor, encontrar um parceiro e isso não se realiza. E, justamente por esse fracasso, você se sente infeliz, pesaroso e triste, não se permita ficar fechado. Tenho sempre firmado que se a vida está fechada, coloco em pratica e abro-me, coloco-me no deixar fluir, faço coisas serem diferentes, mude o foco, ou só para variar, fico sem foco. Rsrsrs
Vamos nos aceitar deixar-se levar por um tempo. Aceite fazer coisas diferentes. Dê-se um tempo.
Sei bem o quanto e difícil aceitar o aparente fracasso, mas, faz parte de uma evolução. Hoje o fracasso pode ter um grande peso para mim para você, mas será que essa mesma situação terá o mesmo peso no próximo mês ou ano de sua vida? Será que aquilo que hoje você acha fundamental para sua felicidade agora será assim tão importante no próximo ano?
Vamos aceitar e dar o devido valor às coisas, mesmo que isto indique que você tenha que sair do egoísmo. Muitas vezes em que estamos altamente centrados em nossos planos e objetivos, ainda que estes sejam nobres, amorosos e cheios de valor, deixamos de olhar para o que está a nossa volta, deixamos de ver as pessoas e seus sentimentos.
Quero dizer que o sofrimento muitas vezes nos coloca numa postura egoísta porque focamos apenas na nossa dor, deixando de ver tudo o que está à nossa volta. O sofrimento nos encerra no egoísmo e assim fechamos por dentro a porta para o mundo e, exatamente por isso, continuamos sofrendo porque estamos presos, sei que tudo isto é uma meleca, mas, sei também que podemos mudar nossos padrões vibratórios, e com tudo sermos felizes. Pois nossa alma é linda, expansiva, livre e cheia de possibilidades! Por isso, amigo leitor, dê um espaço para o novo, para as pessoas. Ainda que você esteja triste e sofrendo, não se enclausure. Respeite seus momentos de solidão e reflexão porque essa atitude é fundamental para o seu desenvolvimento, mas não se feche para a vida. É a constante mudança que pode nos curar!
Tenho reparado como somos passionais com nossos assuntos. E como nos envolvemos nas coisas da nossa vida. Já reparei que quando estamos com algo em mente aquilo toma uma enorme dimensão. Envolvida com meus pensamentos obtive uma pequena compreensão de que as pessoas têm sobre o egoísmo. Pensamos que ser egoísta se refere a querer as coisas só para si. Mas isto não é o único sentido do egoísmo. Egoísmo também se refere a uma pessoa auto-entrada, a alguém que quer ter domínio sobre a situação, quem quer ter um controle excessivo sobre os fatos da vida e sobre as pessoas. E é exatamente assim que eu sou vivo manifestando meu ego, o meu desejo de controlar as coisas.
Tenho em mim que pessoas boas, amáveis, gentis podem ser muito egoístas. Você pode, sem desejar ser muito egoísta e nem saber que está sendo. Querer controlar a vida e buscar a manifestação dos seus desejos é um ato de egoísmo, mas o correto e não se desesperar com estes pensamentos porque todos nós temos um ego e num tempo ou noutro vamos nos manifestar mais egoístas, mais desejosos de controlar a vida.
O bom mesmo seria dar o devido valor às coisas e o egoísmo, meu o objetivo é mostrar que não é porque valorizamos algo que aquilo se transforma na coisa mais importante da nossa vida. Não é porque queremos que algo dê certo que aquilo é o centro do universo. Aliás, temos sempre que deixar um espaço para a mudança, para o inesperado, para a ação de Deus em nossa vida. A vida segue por rumos inesperados e é nesse movimento diferente, que encontramos a realização e conforto.
Precisamos aprender a lidar com o inesperado. Precisamos nos abrir para uma forma diferente de ver os fatos da vida. Uma pessoa auto-centrada, focada em seus objetivos, pode apresentar para si mesma e para seu trabalho e objetivos, excelentes resultados, até porque no lado profissional precisamos ter foco, precisamos trabalhar para alcançar os objetivos, precisamos ser úteis, centrados, fortes, mas na vida, como um todo, precisamos nos abrir. Faz parte do desenvolvimento humano e da prática da espiritualidade perceber o valor relativo das coisas, dos nossos planos, da materialização dos nossos intentos.
Acredito que para sermos felizes, precisamos nos abrir e dar real valor às coisas. E sempre que a aflição e o estresse se manifestarem, deixemos um espaço para a reflexão.
Se você está como eu e a maioria das pessoas, correndo para cumprir prazos, alcançar resultados, encontrar a felicidade no amor, encontrar um parceiro e isso não se realiza. E, justamente por esse fracasso, você se sente infeliz, pesaroso e triste, não se permita ficar fechado. Tenho sempre firmado que se a vida está fechada, coloco em pratica e abro-me, coloco-me no deixar fluir, faço coisas serem diferentes, mude o foco, ou só para variar, fico sem foco. Rsrsrs
Vamos nos aceitar deixar-se levar por um tempo. Aceite fazer coisas diferentes. Dê-se um tempo.
Sei bem o quanto e difícil aceitar o aparente fracasso, mas, faz parte de uma evolução. Hoje o fracasso pode ter um grande peso para mim para você, mas será que essa mesma situação terá o mesmo peso no próximo mês ou ano de sua vida? Será que aquilo que hoje você acha fundamental para sua felicidade agora será assim tão importante no próximo ano?
Vamos aceitar e dar o devido valor às coisas, mesmo que isto indique que você tenha que sair do egoísmo. Muitas vezes em que estamos altamente centrados em nossos planos e objetivos, ainda que estes sejam nobres, amorosos e cheios de valor, deixamos de olhar para o que está a nossa volta, deixamos de ver as pessoas e seus sentimentos.
Quero dizer que o sofrimento muitas vezes nos coloca numa postura egoísta porque focamos apenas na nossa dor, deixando de ver tudo o que está à nossa volta. O sofrimento nos encerra no egoísmo e assim fechamos por dentro a porta para o mundo e, exatamente por isso, continuamos sofrendo porque estamos presos, sei que tudo isto é uma meleca, mas, sei também que podemos mudar nossos padrões vibratórios, e com tudo sermos felizes. Pois nossa alma é linda, expansiva, livre e cheia de possibilidades! Por isso, amigo leitor, dê um espaço para o novo, para as pessoas. Ainda que você esteja triste e sofrendo, não se enclausure. Respeite seus momentos de solidão e reflexão porque essa atitude é fundamental para o seu desenvolvimento, mas não se feche para a vida. É a constante mudança que pode nos curar!
sábado, 7 de novembro de 2009
Saúde dos nossos relacionamentos...
Saúde dos nossos relacionamentos...
Quando eu menos espero (inconsciente) me bate um desanimo uma frustração.
Tenho pensado muito no que o Ciúme representa na vida de nós pobres mortais, sentimento de louco que sufoca, aprisiona e destrói. Existem relacionamentos em que o parceiro não aceita dividir o ser amado com ninguém. Sendo assim passa acreditar piamente ser suficientemente bom para que essa pessoa não tenha olhos para mais ninguém, e como se não bastasse tem chiliques melindrosos e pitizinhos de ciúme. Acredito que a lealdade é essencial, além da transparência e honestidade em todo e qualquer tipo de relacionamento. Por mais que eu me esforce não tenho paciência pra joguinhos subversivos e dramas. Quando estamos amando com o verdadeiro sentimento, a cumplicidade e o compromisso pela felicidade são mútuos. E Ainda que possamos sentir, em alguns momentos, uma pequena dose de ciúmes, é necessário aprender a lidar com as nossas inseguranças. E para que isto ocorra precisamos conquistar a auto-confiança o respeito pelo espaço do outro, e assim estaremos também cultivando a saúde dos nossos relacionamentos. Quando nos dispomos a amar e a viver um bom relacionamento, zelamos pelos cuidados necessários para que haja uma sadia convivência com a pessoa amada. E isso não faz do outro objeto de sua pertença. Por mais que amemos a pessoa ao nosso lado, não temos o direito de posse da sua liberdade.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Mudanças
Mudança é o que mais almejo neste momento tão meu; mesmo que sem preceitos.
Abstinência é o que sinto dos tempos de outrora; sentia felicidade abrupta, agora estou em total estado de análise profunda, vivendo o presente e verificando minuciosamente cada detalhe, e o que posso afirmar é que somos abençoados.
Estou em uma fase em que preciso eliminar a minha baixa auto-estima e não me basta apenas usar frases de preparo psicológico, preciso ir mais além.
Todos os dias digo a mim mesma que me aceito e ao mesmo tempo vem aquele sentimento em que toco no ponto ferido doído, e é aquele ponto de aceitação. As pessoas se esforçam e forçam situações para se dar bem, ser feliz, amada, desejada e respeitada.
Sou um mar revolto, me sinto assim....
E após a tempestade vem à calmaria e logo em seguida alguns conflitos e a melancolia tomam conta do meu ser. Tenho em mim alguns sentimentos que eu insisto em sentir, costumo dizer que é meu lado inconsciente que me domina e com isto vem auto-flagelação. Tenho trabalhado desde que me dei conta contra estes sentimentos, mas, posso afirmar que é muito complicado. A não aceitação dos fatos é o que mais me abala psicologicamente. Sinto uma revolta imensa das coisas que contradizem minha mente e meu coração, não sei de onde tirei tantos pensamentos, só sei que: Sinto que tudo tem quer ser perfeito e simples, que eu teria quer ser perfeita, que os outros teriam que ser perfeitos.... De onde?? Pergunto-me sempre, agora no estado em que me encontro tenho uma leve convicção de que nada tem que ser perfeito.
Sinto por muitas vezes certa repulsa do comportamento do outro (a), costumo comparar este sentimento igual ao de estar assistindo uma cena de novela e derrepente antes mesmo da cena prosseguir sentir-se envergonhado pela atitude do outro e mudar de canal, tenho que confessar que sinto raiva quando as pessoas tentam me manipular com atitudes primordiais e o pior é quando a pessoa esta cara a cara e faz ou fala algo que é categórico para uma avaliação de minha parte ao ponto de eu chegar ao julgamento e pensar... Porque esta pessoa subestima minha capacidade de raciocinar, às vezes prefiro o silêncio do outro de não me exigir nada; principalmente quando o silêncio e discreto. Porque só assim, não sinto o desejo angustiado e dolorido de querer que tudo esteja certo.
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