quarta-feira, 20 de junho de 2012








(Meu Manifesto)
Vou-me embora pra PasárgadaNinguém ao certo sabe como surgem certos tipos de condutas...Eu tenho lido tantas frases de efeito, tantas frases de afirmações, tantas contradições...Porém quem nunca voltou atrás com uma palavra ou um pensamento!?Pois bem, aqui vai meu manifesto, nem toda palavra ou ação e exatamente aquilo que realmente queríamos ou esperávamos, mas mesmo assim, somos tomados por paradigmas que fazem toda ação ser uma reação!Palavras tolas, atitudes do mal, falta de caráter entre outras...
Pessoas que roubam nossos sonhos e sorrisos, pessoas nos fazem crer que algumas coisas na vida não valem a pena. Porém creio que tudo é questão de motivação para que tais pessoas ajam desta maneira e nos façam crer que muitas coisas somos obrigados aceitar.Relacionamentos amorosos são os piores...Pessoas que entram em nossas vidas, pessoas que permitimos nos fazer tristes e tudo isto em nome do amor. Nesta questão acho que o imaginário é que ser perfaz. Por que somos tomados por dogmas e planos morais, muitas vezes filosóficos.  Quando na vida real, pessoas fazem o mal e pessoas são acometidas por ele. E quando isto ocorre na própria pele se indaga. Então ocorre uma tragédia pessoal insuperável, uma fraqueza, violência acompanhada de raiva e vergonha. Sim, vergonha... Uma vergonha ao ponto de se perguntar de como foi tão tola (o).  Aqueles que são acometidos pelo fracasso amoroso, sofrem as consequências intimas e sociais dos seus atos e dos atos dos outros.Acho horrível, na realidade eu abomino o acerto de contas em público, principalmente nos dias de hoje; onde temos tantas redes sociais, sou a favor de acerto de contas privado.  Vejo pessoas fazendo piadas incessantes de uma forma frívola e impiedosa sobre sentimentos alheios, apenas para ferir. Então imagino que isto ocorra, pois de alguma forma queremos exorcizar a raiva. Pergunto-me os porquês de atos de pura maldade... Acredito que seja imaturidade ou falta de percepção para aceitar o abandono ou a separação! Quando existe um rompimento á dor intima deveria ser respeitada por aquele que a vive. Respeitar a si mesmo para que ocorra uma limpeza, para que ocorra a superação.Geralmente enxergamos uma ruptura como um fracasso, mais por muitas vezes não é, acreditamos por muitas vezes que se o outro nos amasse de verdade e que não deveria haver a separação, afinal de contas somos inteligentes e atraentes não tem um porque para tal separação... Amamos e como assim não somos amados?! Gente de boa, isto ocorre e como ocorre. O que não colocamos em pauta e que o outro ama tanto ao ponto de se permitir viver sem o outro, lógico que isto tem haver com o fator eu me amo primeiro, para depois amar o outro! Então não adianta nada eu amar o outro e ele me ultrajar me magoar...  E eu me permitir a viver de amor momentâneo. Existem pensamentos onde nos colocamos acima de tudo e de todos. Às vezes pagamos caro demais, mais isto ocorre, criamos sentimentos de que a culpa é nossa, mas também temos que analisar e ver que pode ser outro. Afinal de contas, não existem relacionamentos unilaterais. Por isto que tal encararmos o fim de um relacionamento ou de uma perda significativa como algo que foi bom como um recomeço. Sim, por que de alguma forma vamos ter que recomeçar, as fases serão difíceis, mas são necessárias. Se tivéssemos uma consciência de que a dor é o sofrimento tende a serem lições para uma nova ordem interna! Que tal querermos mais amor, menos dor?! Somos todos merecedores de uma reestreia, vamos nos agarrar no novo, vamos nos lançar na euforia do momento. Desejar o melhor já é um bom começo, vamos nos lançar no que existe de bom! Que venha o novo... Novos amigos, novas conquistas, novos amores. Sem que nada seja planejado ou arquitetado, apenas vamos viver, compreendendo que a vida é feita de períodos, esquecendo um pouco os medos, as dificuldades. Não somos sempre vitimas às vezes somos os algozes. Que tal começarmos perdoando as ofensas e evitar ofendermos o outro. Vamos fazer valer e vamos observar...