E VOCÊ... TEM CARISMA?
"Sedução, mágica, originalidade, atração, charme, dinamismo, presença, magnetismo, personalidade, confiança, vitalidade, força, poder, persuasão, desinibição, comunicação...
Um ser humano irresistível, adorável, inimitável, iluminado, inspirador, com o poder de derreter corações...
Ser uma pessoa a quem tudo se perdoa e a quem se tem um desejo enorme de agradar e seguir... Com quem se deseja estar o maior tempo possível...
Pessoa ao lado de quem nos sentimos mais fortes, de melhor humor... Perto dela sentimos que o tempo parou...
Pessoa com quem nos identificamos imediatamente, mas que ao mesmo tempo nos parece misteriosa".
REVISTA VEJA
14 DE AGOSTO DE 2002.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
AMOR OU PAIXÃO: O QUE SERÁ QUE VOCÊ SENTE?

AMOR OU PAIXÃO: O QUE SERÁ QUE VOCÊ SENTE?
O amor não exige exclusividade nem retribuições. Existe apenas porque alcançou o coração, sem que precisemos explicar essa existência. Assim, se experimentamos o amor, não devemos querer que o ser amado somente a nós devote seu afeto. O amor não tem limites, e pode ser distribuído por tantos quanto forem aqueles que encontremos. Quanto mais o vivenciando, mais o alimentamos, mais ele cresce e fortifica. É um erro supor que só podemos amar uma única pessoa.
Não quero com isso dizer que devemos nos entregar a todos os que nos aparecem. Essa compreensão de amor nada mais é do que uma tentativa frustrada de justificar nossa incapacidade de amar. Vou me referir, mais especificamente, ao amor entre homem e mulher. É possível, sim, um homem amar uma mulher e uma mulher amar esse homem e se dedicarem a esse amor com aparente exclusividade. Contudo, se esse amor é elevado, ele não será exclusivista, mas confiante. E essa confiança vai se exteriorizar na total ausência de cobrança ou expectativas, um compreendendo e conformando-se com aquilo que o outro é capaz de oferecer. Os que assim se amam já estão aptos a vivenciar o amor em suas diversas facetas. Sabem diferenciar o amor entre homem e mulher do amor entre pais e filhos, do amor entre irmão e entre os seus semelhantes, sejam eles amigos ou inimigos. A distinção, aqui, não é de intensidade, mas de possível formas sob as quais o amor pode se revelar.
Não se ama mais ou menos alguém: ama-se de acordo com a posição que cada um ocupa no mundo e em nossas vidas.
Amar significa, sobretudo, compreender, na verdadeira acepção da palavra. Quem compreende aceita, não julga nem critica. A compreensão não se resume a mera aceitação da inteligência. Não compreende verdadeiramente aquele que friamente raciocina e percebe o resultado, mas que é incapaz de aceitá-lo. Assim, se alguém diz: "entendo seus motivos, mas isso é inadmissível", em realidade não compreendeu. Entendeu o problema e sua resolução, mas não foi capaz de alcançar os motivos que levaram o outro a adotar aquela fórmula de conclusão.
Falemos agora da paixão, ela é fogo e como tal, logo se extingue.É claro que pode haver paixão com amor, mas então será mero complemento de algo que é muito mais sublime, e não será elemento decisivo numa relação. Mas a paixão pura consome, desgasta enfraquece.Faz dos homens escravos de seus anseios e desejos, não permitindo que eles experimentem um sentimento mais firme. Sim, porque a paixão, embora muitas vezes seja real, no sentido de existir mesmo, é sempre frágil, e logo se consome. Assim, o sentimento que a paixão a evoca, embora verdadeiro, não é sólido.
O mesmo se dá com uma ilusão do poder. Quando alguém diz que ama apenas porque foi abadernado, ou porque não pode ter aquilo que deseja, costuma se dizer sofre de amor. Mas, em verdade, ninguém sofre por amor, eis que amor jamais será causa de sofrimento. Quem assim age, apenas exacerba o orgulho e não se contenta em perder a realidade, nunca possui. É preciso aprender que o amor não se coaduna com a posse. Não possuímos nada na vida, senão as boas ou más sementes que plantamos em nossos corações. Portanto, se algo ou alguém que você ama, seja um objeto um animal ou uma pessoa, quiser sair da sua vida, não procure desculpas ou justificativas para retê-lo. Saber perder é excelsa forma de amar, pois consiste em renúncia ao ser amado em nome de sentimento muito mais nobre, que é o respeito à liberdade de determinação de nossos semelhantes. Teremos então um amor incondicional.
"UMA HISTÓRIA DE ONTEM" - DITADO POR LEONEL.
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Pensamentos em alerta sempre.

Mantenho-me em um estado permanente de atenção sobre o que acontece em meu interior é a única forma que encontrei de fazer com que a vida não seja apenas uma repetição monótona de problemas e aborrecimentos. Por mais que eu tente reverter estes estados acima citados não consigo ter a paz plena.
As escolhas que faço a cada instante é que definem como será minha realidade. Muitas pessoas se queixam de situações e problemas que sempre estão ocorrendo em seu cotidiano. O que posso afirmar e que, por diversas vezes não conseguimos perceber é que, de alguma forma, estamos atraindo tais circunstâncias para nossas vidas.
E por nossas frustrações acabamos por, acusar Deus, o destino ou alguém em particular, como responsáveis por suas mazelas. É difícil tomar consciência de que nossas dificuldades são, em sua grande maioria, conseqüência de problemas emocionais ignorados a muito tempo.
Acredito que temos que estar sempre em alerta, para que possamos obter o auto-conhecimento, pois uma palavra hoje tão difundida, ainda é um mistério total para a maioria das pessoas. Somos verdadeiros estranhos para nós mesmos, com isto acabamos por viver de modo automático, sem nos darmos conta do quanto poderíamos ganhar em felicidade e harmonia interior, se ousássemos a viver em sintonia com nosso coração.Para que isto ocorra, é preciso que se estejamos dispostos e concientes de que temos que pagar o preço necessário por cada escolha realizada. Este é, aliás, o principal atributo da maturidade, o responsabilizar-se pelas próprias escolhas. Mais acabamos por acomodarmos é a seguir as instrução de alguém, para poder responsabilizá-lo se algo der errado.Muitas vezes, a observação de si mesmo não revela coisas bonitas, ao contrário, expõe fragilidades e limitações difíceis de serem encaradas. Mas somente aceitando-as com sinceridade é que podemos nos libertar de suas amarras e construir um novo caminho, a partir de escolhas mais realistas.As ilusões, fantasias e desculpas que criamos para adiar as transformações necessárias em nós são infindáveis, e podem mesmo nos levar a uma vida inteira de sofrimento, pela incapacidade de dar o primeiro passo. Mas, por mais difícil que seja dar este passo, devemos nos lembrar de que ele pode ser a diferença entre uma vida de realização e alegria ou uma existência que se arrasta tristemente até o túmulo. Cabe a nós, e somente a nós, esta decisão.
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