A vida é realmente uma coisa louca e ao mesmo tempo uma coisa delícia.
Passei anos a fio me preocupando com a morte, na real desde 2001. Já, 31 de dezembro de 2010, estou extremamente feliz com os meus pensamentos direcionados a morte, apesar de nunca ter falado mt bem dela, hj consigo entender que nesta vida... Ela se faz presente e necessária... Bom, poderia tc as coisas ruins e boas que me ocorreram em 2010, mas o que eu tenho a escrever e que: ano perfeito, cheinho de coisas ruins boas... Rsrsrs E isto mesmo, coisas que qq ser humano considera ruins e que me aconteceram, pessoas que passaram por minha vida é que hj já não se fazem presente, pessoas que entraram e que estão comigo... Pessoas... Preciso delas, preciso de amores, preciso de amigos e família!!! O ser humano em geral prefere considerar aquilo que é normal, para agradar a sociedade... Eu prefiro viver aquilo que tds temem, q tds fogem... A loucura prefiro os poemas tortos, prefiro as músicas que não existem a tradução exata, dos amores conturbados... Simplesmente prefiro.... Vai entender! Não, não é pra entender, e para confundir é isto mesmo. Se vc for louco, vai achar alguma coisa neste meu texto. Caso contrário, nem se esforce... kkk
Feliz 2011
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Minha Namorada
Vinicius de Moraes
Meu poeta eu hoje estou contente
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesma sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você
Todo mundo de repente ficou lindo
Ficou lindo de morrer
Eu hoje estou me rindo
Nem eu mesma sei de que
Porque eu recebi
Uma cartinhazinha de você
Se você quer ser minha namorada
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porque
Ai que linda namorada
Você poderia ser
Se quiser ser somente minha
Exatamente essa coisinha
Essa coisa toda minha
Que ninguém mais pode ter
Você tem que me fazer
Um juramento
De só ter um pensamento
Ser só minha até morrer
E também de não perder esse jeitinho
De falar devagarinho
Essas histórias de você
E de repente me fazer muito carinho
E chorar bem de mansinho
Sem ninguém saber porque
E se mais do que minha namorada
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer
Você tem que vir comigo
Em meu caminho
E talvez o meu caminho
Seja triste pra você
Os seus olhos tem que ser só dos meus olhos
E os seus braços o meu ninho
No silêncio de depois
E você tem de ser a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois
Você quer ser minha amada
Minha amada, mas amada pra valer
Aquela amada pelo amor predestinada
Sem a qual a vida é nada
Sem a qual se quer morrer
Você tem que vir comigo
Em meu caminho
E talvez o meu caminho
Seja triste pra você
Os seus olhos tem que ser só dos meus olhos
E os seus braços o meu ninho
No silêncio de depois
E você tem de ser a estrela derradeira
Minha amiga e companheira
No infinito de nós dois
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Seria o frágil tão frágil e o forte tão forte?
A todo instante estamos sujeitos a golpes... Até aí nada de mais... O que faz a diferença, a grande diferença, é como lidamos com eles. Então eu pergunto: De quem é a dor maior? De quem se descabela se desorienta, se fragiliza, veste o papel de vítima, inspira cuidados e piedade? Ou de quem segura à onda? Ou ainda daquele que, como uma árvore, morre de pé, que reza sua dor em silêncio, que briga com todas as tensões e encara o rosto feio das mágoas para, num esforço sobre-humano, tentar seguir em frente sem fazer alardes, sem insistências vãs, sem se tornar um peso pra quem quer que seja? Deixo essa questão no ar... Seria o frágil tão frágil e o forte tão forte? Muitas vezes, é justamente o inverso, e é preciso relativizar.
Já estive nos dois lados. No começo da estrada, fiz barulho, gritei, chorei e apelei inconformada com a vida... Afinal, aprendi a rezar as avessas, minhas preces eram repletas de memórias de pobre coitada que dizia: Deus, estou sofrendo, eu juro que se você me ajudar eu vou melhorar, nunca mais vou pecar e blá-blá-blá. E, enquanto duelava comigo e com o mundo, achando que não suportaria golpes e perdas, a dor ia se dissipando, sem que eu percebesse, até sumir por completo... Esse é o efeito após as tempestades, todas as tempestades... Lembram daquela frase: "Tudo passa, isso também passa.
Passado algum tempo, a maioria nem lembra mais das tão dramáticas contusões, ou o porque de determinadas desavenças... Seguir adiante é o que estanca as hemorragias e cura as feridas. Que venham os próximos golpes! Se serão mais fortes e devastadores ou apenas um sopro no cangote, depende de nós, daquela nossa parte 100% responsáveis que coloca refletor em nossa consciência. Ativando nossa predisposição natural ao AMOR, passamos a achar feio nossos desassossegos, nossas reações intempestivas são primárias e estridentes. Ainda que possamos lucrar algo com elas, nada acontece pelo que verdadeiramente somos, pelo fluxo natural da vida, mas pela pressão, pelo pieguismo, pelo cansaço, e muitas vezes pelo desconforto que causamos no outro. Já estive nos dois lados. No começo da estrada, fiz barulho, gritei, chorei e apelei inconformada com a vida... Afinal, aprendi a rezar as avessas, minhas preces eram repletas de memórias de pobre coitada que dizia: Deus, estou sofrendo, eu juro que se você me ajudar eu vou melhorar, nunca mais vou pecar e blá-blá-blá. E, enquanto duelava comigo e com o mundo, achando que não suportaria golpes e perdas, a dor ia se dissipando, sem que eu percebesse, até sumir por completo... Esse é o efeito após as tempestades, todas as tempestades... Lembram daquela frase: "Tudo passa, isso também passa.
Vivenciar uma nova atitude como a Mente do Amor nos auxilia a passar para o outro lado, "ser dignos" do que somos em essência, mesmo que ainda tenhamos muita memória a limpar. Reaprendemos a não desmontar, não despencar, não desarrumar os cabelos, não borrar a maquiagem, não esquecer das outras peças da engrenagem, por mais lacerante que seja uma determinada situação. Não que os memoriados egos confessos sejam seres desprezíveis, mas é que o tempo passa, e no fundo, ego não perdoa... Fraquezas todos temos, memórias todos temos, crenças todos temos ou não seríamos humanos, o que fazemos com isso é que determina que parte do tempo estamos vivendo. Passado, presente ou futuro. A vida "real" se vive apenas no presente... O futuro é ilusório e o passado uma lembrança... Aos que não querem pagar o preço de vivenciar o agora de maneira consciente, não resta outra escolha senão se armar de uma pseudo-fortaleza e mentiras. E aí, além de sofrerem as dores lancinantes de golpes, perdas ou danos, ainda carregarão o peso da inconsciência. E como dói não poder deixar ir! Como dói não berrar a nossa dor, neutralizar nossos espasmos, se entregar a luz e regressar para nosso EU real.
Como é pungente, naqueles que exercitam a Mente do Amor não ter dor e não despencar. Enquanto memórias rodando no emocional somos patéticos equilibristas que morrem de pé, apenas por não nos permitir limpar... Não nos permitir viver a MENTE DO AMOR.
O ego gasta o Amor próprio...
Dores, afrontas, insucessos, problemas financeiros, enfim brechas para o desamor. Nossa essência, nossa origem é plena e perfeita, mas por memórias rodando no emocional nos desabituamos nos desacostumamos a ser plenos, passamos muito tempo cultuando as intempéries, confundindo aceitação com resignação,nos desmerecendo, banalizando o tempo, retornando ao passado e dando um pulinho no futuro, mas esquecendo de viver o presente. Vagamos para tão longe que nos tornamos estranhos a nós mesmos.
A falta de amor próprio pode ser o túmulo de nossos sonhos, colocando assim nossa alma lá no fundo, um túmulo de onde ele não ressuscita mais, ou de onde só ressuscita nas nossas memórias, e nomeadamente nos mitos que criamos e idealizamos. Retornando ao amor em nós, morre a ilusão, as miragens de seres fictícios desaparecerem e assumimos nossa condição real e verdadeira. Entendemos que não somos mais a pessoa de dez anos atrás, mas reconhecemos nossa essência original plena e perfeita aflorando agora, prontinha para ser feliz hoje.
A falta de amor próprio pode ser o túmulo de nossos sonhos, colocando assim nossa alma lá no fundo, um túmulo de onde ele não ressuscita mais, ou de onde só ressuscita nas nossas memórias, e nomeadamente nos mitos que criamos e idealizamos. Retornando ao amor em nós, morre a ilusão, as miragens de seres fictícios desaparecerem e assumimos nossa condição real e verdadeira. Entendemos que não somos mais a pessoa de dez anos atrás, mas reconhecemos nossa essência original plena e perfeita aflorando agora, prontinha para ser feliz hoje.
Ter amor, ser amor, viver amor é tudo uma questão de hábito.
Porque achamos que temos que perdoar?
Você já foi ou já se sentiu traído pela pessoa amada, por amigos, no profissional e familiar...
Por que será que atualmente vivemos em um mundo tão fácil de trair?
É muito difícil perdoar quando se ama? Ou, pelo contrário, é mais fácil?
Acredito ser mais fácil, principalmente quando não temos consciência do mal feito pelo o outro.
O começo para o Perdão?
Perdoar uma traição é o caminho para que obtenhamos paz de espírito, eu acredito. Não se deixar abater, seguir em frente com a cabeça erguida, vivenciar o luto (também de cabeça erguida), ter integridade é o caminho.
Mas como esperar um comportamento completamente ilibado de quem é traído? Vingança é tudo que vem à cabeça num primeiro momento por todos os mortais. O que há de se esperar de nós quando o que a alma sente é a necessidade de uma compensação por todo sofrimento imposto pela outra pessoa? Mágoa, ressentimento, estresse, sensação de perda, sensação de ter sido feito de palhaço, de não ter sido respeitado.
É verdade que quando há o amor verdadeiro, não há espaço para a traição; quando há o respeito, não há o espaço para a traição; quando há integridade, a traição se torna impossível; quando se está verdadeiramente no coração, não sentimos a necessidade de trair.
Quando não se ama verdadeiramente, então, trai.
A maioria de nós cai em desespero quando descobre uma deslealdade. Então... Se vingar ou mesmo entra
Mas de uma coisa tenho certeza: nossa paz e felicidade internas dependem - e muito - do bem que fazemos ao nosso próximo. Nosso equilíbrio, apesar das tempestades, depende de nossa consciência em direção ao bem. Nossa consciência, sempre leve, depende de nossa elevação interna sempre constante. Nossa fé na vida depende da fé que depositamos em Deus e da certeza de que Ele sempre está nas rédeas de tudo.
As traições nos fazem sofrer, mas manter a serenidade em uma hora dessas é o melhor caminho, e quanto a isso podemos seguir a Oração da Serenidade que em um trecho diz:
"Concedei-nos Senhor a Serenidade necessária para aceitar as coisas como são, Coragem para modificar as que podemos e Sabedoria para distinguirmos umas das outras..."
Serenidade, coragem e sabedoria, então, são as palavras-chave para que possamos superar uma traição. Serenidade, calma, tranqüilidade, paz para aceitá-la que alcançamos com o perdão... Coragem, bravura, audácia, força para enfrentá-la, que conseguimos com uma vontade determinada... E Sabedoria, elevação e bom senso para resolvê-la, alcançamos quando estamos conectados com nossa Luz Interior, que é o que irá nutrir a nossa consciência para nos orientar a uma decisão que seja a melhor possível para todos os envolvidos.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
“Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, porque cada pessoa é única para nós e nenhuma substitui a outra.
Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai sozinho, nem nos deixa só.Leva um pouco de nós mesmos e nos deixa um pouco de si mesmos.
Há os que levam muito, mas não há os que não levam nada.
Há os que deixam muito, mas não há os que não deixam nada.
*Esta é a mais bela realidade da vida, a prova tremenda de que cada um é importante e que ninguém se aproxima do outro por acaso.”
Saint-Exupéry
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Não pense que você vai conseguir fugir de tudo que sente
Ninguém é tão esperto a tal ponto de fugir de si mesmo
Não há saída quando o chamado é sincero e do coração
Mostre quem você é e pague pra ver o que acontece
Quando o beijo é o desejo te amo dos lados na calma
Os sonhos se encontram, o caminho que preenche a alma
Não há como escapar do que vem do próprio íntimo
Quando as bocas se encontram os olhos perdem a visão
Não deixe nada pra depois, o momento certo é agora
Você só tem esse instante pra realiza o que você sonha
Pra escapar da pessoa errada, é preciso apenas ser a certa
Porque os semelhantes sempre se atraem
Se ela disser não, o não não é problema, o não você ja tem
Pode ser que ela esteja só testando sua coragem
Assim como todas as outras que você encontrar e gostar
Ela também vai querer um sacrifício antes da entrega
Quando o beijo é o desejo te amo dos lados na calma
Os sonhos se encontram, o caminho que preenche a alma
Não há como escapar do que vem do próprio íntimo
Quando as bocas se encontram os olhos perdem a visão
Não deixe nada pra depois, o momento certo é agora
Você só tem esse instante pra realiza o que você sonha
Pra escapar da pessoa errada, é preciso apenas ser a certa
Porque os semelhantes sempre se atraem
Ninguém é tão esperto a tal ponto de fugir de si mesmo
Não há saída quando o chamado é sincero e do coração
Mostre quem você é e pague pra ver o que acontece
Quando o beijo é o desejo te amo dos lados na calma
Os sonhos se encontram, o caminho que preenche a alma
Não há como escapar do que vem do próprio íntimo
Quando as bocas se encontram os olhos perdem a visão
Não deixe nada pra depois, o momento certo é agora
Você só tem esse instante pra realiza o que você sonha
Pra escapar da pessoa errada, é preciso apenas ser a certa
Porque os semelhantes sempre se atraem
Se ela disser não, o não não é problema, o não você ja tem
Pode ser que ela esteja só testando sua coragem
Assim como todas as outras que você encontrar e gostar
Ela também vai querer um sacrifício antes da entrega
Quando o beijo é o desejo te amo dos lados na calma
Os sonhos se encontram, o caminho que preenche a alma
Não há como escapar do que vem do próprio íntimo
Quando as bocas se encontram os olhos perdem a visão
Não deixe nada pra depois, o momento certo é agora
Você só tem esse instante pra realiza o que você sonha
Pra escapar da pessoa errada, é preciso apenas ser a certa
Porque os semelhantes sempre se atraem
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
IMAGINAR...
São Paulo, 31 de janeiro de 2009. 10: hs
Imaginar
Eu imaginar.
A imaginação é uma capacidade poderosa!
Sem sabedoria, a imaginação é uma professora cruel.
Somos criados para viver em qual destes estados, presente, passado ou futuro...
Passamos a maior parte do tempo vivendo em nossa imaginação: No passado e no futuro!
Acho que passo muito pouco tempo no presente. Passo a maior parte dele no passado, mas na maior parte do tempo estou tentando adivinhar o futuro. Não sou diferente da maioria das pessoas. Quando estou com o meu pensamento elevado a Deus, vivo no presente. Não no passado, se bem que muita coisa pode ser lembrada e aprendida ao se olhar para trás, mas somente para uma visita, não para uma estada demorada. Certamente não vivo o futuro que geralmente eu visualizo ou imagino. Percebo que minha imaginação no futuro, que é quase sempre ditada por algum tipo de medo, raramente me coloca em Deus.
Passo um bocado de tempo me aborrecendo e me preocupando com o futuro, minha imaginação ao futuro geralmente é muito fantasiosa, ou muito sombria, me deprimo é horrível. QUANDO ME PROJETO PARA O FUTURO, Deus sempre esta ausente. Por que fazemos isto, porque não firmamos nosso pensamento no futuro juntamente com Deus?
Em minha tentativa desesperada de conseguir algum controle sobre algo que não posso controlar. È impossível ter poder sobre o futuro, porque ele não é real, e jamais será. Tentamos brincar de Deus imaginado que o mal que tememos pode ser tornar realidade e depois tentamos fazer planos para evitar aquilo que tememos. Por que tenho tanto medo da vida? Mesmo sabendo que existe um Deus e que ele nos ama. Temos um Deus para nos guiar e nos orientar. Então porque não colocarmos ele sempre acima de tudo?
Sou dominada por um medo e mesmo sabendo que Deus pode me libertar com seu grande amor, procuro sempre o caminho mais complicado. Não estou só falando de medos racionais, ligados a perigos reais, e sim de medos imaginários, especialmente da projeção desses medos no futuro. À medida que dou lugar a estes medos, a ação por acreditar que não sou boa, e assim acabo por me esquecer, que no fundo de meu coração há um Deus me ama.
Carla Lopes dos Santos
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Se comprometa...
Qualquer sonho ou desejo precisa de ações e atitudes coerentes, não quero com isto afirmar que temos que nos a abitolar e ficar 24 horas nós policiando. Apenas sejamos coerentes principalmente para que o que julguemos bom se torne real.
Estamos tão contaminados que em geral seguimos algumas leis. Economizamos alguma quantia em dinheiro por meses para obtermos de alguma forma bens materiais, investimos em algum curso para que no fim possamos gozar de algo melhor para o dia a dia.
Porém quando se trata de assuntos emocionais, rara são as pessoas que se comprometem com total consistência de suas escolhas.
Esta consistência é decidir por algo, por um dia e refazer essa decisão todos os dias de nossas vidas (renovação) mesmo que tudo se torne cansativo e repetitivo temos que tentar até o objetivo seja alcançado, faço agora um comparativo em relação a um relacionamento, partimos da premissa de que devemos ser consistente por toda a vida. Isto que estou falando é, o amor não se trata apenas de um sentimento qualquer que surge do nada e se mantém sem o nosso consentimento. Muito pelo contrario amor é uma escolha é uma decisão precisa ser consistente quando de fato estamos amando nos predispomos a investir, por meio de atitudes coerentes e recorrentes, todos os dias no relacionamentos que decidimos viver,mas o mais comum e vermos as pessoas vivendo relacionamentos onde há a cobrança, acusações e lamentações. O que devemos colocar em pratica em uma relação e a leia da preservação. Vivendo o hoje, como se o amanhã não existisse, imaginar que a tem somente naquele momento e fazer o seu melhor, tendo paciência, ouvir, agradar enquanto estiverem vivendo aquele momento, não falo de sexo, mas daquele momento estar junto. Ao invés de discutir por alguma bobagem ou diferença de opinião, sentar contemplar e ter uma conversa calma e agradável e sempre demonstrar uma característica positiva, elogie, reconheça. E em um outro hoje indague como ela esta, se estas feliz, e se você poderia fazer algo para que ela se sentisse melhor ainda. Lembre-se o amanhã também será um dia único. Isto chega a ser um exercício você vai precisar se relacionar um dia e se relacionar-se todos os outros dias que virão, pelo menos enquanto quiser manter vivo este relacionamento de encontros.
CLS.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
CORRENDO COM OS OLHOS FECHADOS
"Se eu fechar os olhos e sair correndo pelo campo, com certeza meu coração irá disparar e adrenalina de não saber o que encontrarei pela frente pode ser algo digno de uma verdadeira aventura. E, apesar de todos os obstáculos que encontrar pela frente, será algo que guardarei para todo o sempre.
Este é o amor que vivi...
Mas hoje eu prefiro tirar as vendas dos olhos e caminhar segura pelo campo, vendo não apenas o que está sob meus pés, mas um amplo horizonte. E escolho por onde ir, como vencer os obstáculos. Mesmo que após o morro mais distante exista algo que pareça grande demais para transpor, ainda assim saberei por onde ando.
E daqui, de onde posso ver todo o campo, ainda posso vê-lo correndo, insistindo em manter os olhos fechados...
Talvez ele seja mais feliz que eu; talvez eu nem saiba o que significa felicidade...
Mas, hoje eu posso dormir em paz.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Péssimo hábito!
Sempre tive um péssimo hábito de me violentar, esperando e desejando que o outro visse o meu comportamento como exemplar, ou seja, eu penso o que eu quero e com isto espero o mesmo comportamento do outro. Espero uma função. E com isto a tendência e afastar aqueles que não pensam e não se comportam dentro dos meus padrões.
CLS
quinta-feira, 24 de junho de 2010
A lata só cerca não leva.
A lata só cerca não leva.
Acredito que seja fundamental vivermos sob uma ética. Entretanto, não falo aqui de éticas morais, sociais ou culturais. Falo de uma ética pessoal. Da ética do coração!
Seus valores, sua conduta, aquilo que torna singular a sua essência é a sua ética! Porém, muitas vezes fica parecendo que o amor não requer ética alguma; que quando se ama vale tudo, qualquer coisa para viver esse sentimento. Será?!?
Não quero, de forma alguma, defender qualquer espécie de legado sobre o que venha a ser certo e errado, até porque esses são, a meu ver, valores absolutamente individuais; além disso, o único coração que conheço – de fato – é o meu. O que desejo é propor uma reflexão, um olhar atento e afetuoso para si mesmo.
Seus valores, sua conduta, aquilo que torna singular a sua essência é a sua ética! Porém, muitas vezes fica parecendo que o amor não requer ética alguma; que quando se ama vale tudo, qualquer coisa para viver esse sentimento. Será?!?
Não quero, de forma alguma, defender qualquer espécie de legado sobre o que venha a ser certo e errado, até porque esses são, a meu ver, valores absolutamente individuais; além disso, o único coração que conheço – de fato – é o meu. O que desejo é propor uma reflexão, um olhar atento e afetuoso para si mesmo.
Nos convencemos de que tudo é permitido no amor. E com isto o incentivo ao sexo sem compromisso, as relações passageiras e fugazes, como se até ele – o amor – tivesse que, definitivamente, encaixar-se no estilo fast de viver!
De verdade, sei o quanto é difícil fazer escolhas certeiras ou saber quando e quanto podemos apostar numa relação, especialmente porque ela é feita de dois e não somente de um coração. Por isso mesmo, insisto naquilo que nos é possível: mantermo-nos conectados internamente.
Qual é a sua ética? Até onde você acredita que vale chegar para vivenciar uma relação? A que preço? Quanto você terá que sofrer para desistir? Quanto terá que ver pessoas doerem para entender que, diante de sua própria dor ou da dor do outro, o melhor é rever seu lugar, sua postura e suas escolhas?!?
Entre o vale tudo e a hipocrisia insistentemente mantida em algumas relações, parece que a única semelhança é a inconsistência. Faltam um motivo e uma ação realmente consistentes para o amor; isto é, falta motivação para o coração. Falta um gancho que une o desejo à coragem de expor os sentimentos.
Não sei o que é certo ou errado. Não sei o que se deve ou não fazer. Não tenho muitas respostas. No entanto, estou certa de que se todos nós começarmos a olhar e considerar um pouco mais o que está em nosso coração, conseguiremos exercitar a ética a despeito do que as regras tentam nos impor.
Sem julgamentos, sem preconceitos, sem verdades absolutas. Sem vaidade, sem orgulho, sem prepotência. Apenas respeito para consigo mesmo e para com o outro. Apenas compaixão e dignidade para com a própria dor e para com a dor do outro. E, nesta mesma medida, apenas coração... Ainda que isso signifique abrir mão de uma relação ou de um desejo de relacionar-se... Por amor a si mesmo e ao outro!
De verdade, sei o quanto é difícil fazer escolhas certeiras ou saber quando e quanto podemos apostar numa relação, especialmente porque ela é feita de dois e não somente de um coração. Por isso mesmo, insisto naquilo que nos é possível: mantermo-nos conectados internamente.
Qual é a sua ética? Até onde você acredita que vale chegar para vivenciar uma relação? A que preço? Quanto você terá que sofrer para desistir? Quanto terá que ver pessoas doerem para entender que, diante de sua própria dor ou da dor do outro, o melhor é rever seu lugar, sua postura e suas escolhas?!?
Entre o vale tudo e a hipocrisia insistentemente mantida em algumas relações, parece que a única semelhança é a inconsistência. Faltam um motivo e uma ação realmente consistentes para o amor; isto é, falta motivação para o coração. Falta um gancho que une o desejo à coragem de expor os sentimentos.
Não sei o que é certo ou errado. Não sei o que se deve ou não fazer. Não tenho muitas respostas. No entanto, estou certa de que se todos nós começarmos a olhar e considerar um pouco mais o que está em nosso coração, conseguiremos exercitar a ética a despeito do que as regras tentam nos impor.
Sem julgamentos, sem preconceitos, sem verdades absolutas. Sem vaidade, sem orgulho, sem prepotência. Apenas respeito para consigo mesmo e para com o outro. Apenas compaixão e dignidade para com a própria dor e para com a dor do outro. E, nesta mesma medida, apenas coração... Ainda que isso signifique abrir mão de uma relação ou de um desejo de relacionar-se... Por amor a si mesmo e ao outro!
terça-feira, 15 de junho de 2010
Acabou, acabou...
Acabou, acabou...
Soltei me desapeguei, deixei ir embora... E por isto hoje consigo te encarar e não sentir nada!
Abri meu coração e deixei sair de dentro de mim ás culpas, os erros, as regras não cumpridas, o que fiz sem querer fazer, e o que fiz não querendo fazer... Estou treinando e sentindo que o que acabou e o que foi, não me serve mais!
E de agora em diante, o passado seja apenas um aprendizado; experiências que tornam eu mais amadurecida, menos iludida, mais autêntica, menos dolorida. E com o meu coração esvaziado da lama que me fazia patinar, eu possa enxergar o que ‘é’ e o que poderá ‘ser’. Afinal, é exatamente para nos lembrar desta possibilidade que o Grande Mestre nos deu um presente que ‘separa’ o dia de ontem do dia de amanhã: a noite – prenúncio de uma nova chance!
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Aprendi!
Aprendi que minha felicidade jamais pode estar vinculada á uma pessoa em especifico, cada ser vê e sente a vida pela ótica de sua evolução. Somos nós a projetar-nos outros os que esperamos que eles fossem. E isso é um grande equívoco. Nossos valores são individuais e ninguém consegue sentir a mesma coisa que o outro, embora estejam vendo, vivendo, ou convivendo, com o mesmo cenário.
Não há, portanto, regra que possa ser aplicada para se gerar a própria felicidade. Como também não existe forma de se explicar a diferença entre saudade e apego. Temos que descobrir, com esforço próprio, esta diferença, sentindo. Para sentir é preciso isolar a matéria envolta no caso e simplesmente deixar que a emoção aflore, sem forma e sem tempo.
Não há, portanto, regra que possa ser aplicada para se gerar a própria felicidade. Como também não existe forma de se explicar a diferença entre saudade e apego. Temos que descobrir, com esforço próprio, esta diferença, sentindo. Para sentir é preciso isolar a matéria envolta no caso e simplesmente deixar que a emoção aflore, sem forma e sem tempo.
Forma e tempo é matéria. Na essência do Universo o tempo não conta. Quer um exemplo? Quando você está absolutamente feliz com a companhia de alguém, o passar do tempo é percebido? Não, né? Pois é. Não há apego... Somos felizes.
Do meu passado só admito sentir saudades. Quando percebo que é apego, procuro execrar o sentimento.
Do meu passado elimino todos os cenários que contemplam as dores. Elas são um fardo muito pesado para ser carregado no presente. Elas, as dores, contaminam o meu futuro. Não há como projetar uma boa vida se o passado negativo a contamina.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Reaprender a ser livre...
Apegos são fontes inevitáveis de sofrimento. Quanto mais nos apegamos às situações, objetos, pessoas, mais vulneráveis nos tornamos.
Visto que a essência da vida é a impermanência, desejar a posse eterna de tudo a que nos afeiçoamos, é uma ilusão. Entretanto, poucos de nós estão preparados para viver uma existência sem apegos.
As experiências de perda nos lembram, de modo doloroso, o quanto precisamos aprender a aceitar esta realidade. Aceitar significa, antes de tudo, não resistir às perdas, quando elas acontecem.
Criar uma resistência interior só faz prolongar ainda mais a dor e a angústia que sentimos. Quanto mais rapidamente aprendermos a dominar a arte da aceitação, mais seremos capazes de nos manter imunes ao medo da rejeição, da escassez, da solidão.
Embora seja este um dos principais aprendizados da vida, ninguém nos ensina a cultivar esta atitude. Ao contrário, somos treinados não para compartilhar, mas, sim, para depender do outro, como se nossa própria individualidade fosse algo sem valor.
Reaprender a ser livre e a não se manter preso a condições para poder estar feliz é o caminho mais sensato para que nos libertemos de uma vez da prisão dos apegos.
sábado, 17 de abril de 2010
Será que sabes o que é ser cativado???
Então a raposa apareceu.
- "Bom dia", disse a raposa.
- "Bom dia", o Pequeno Príncipe respondeu educadamente. "Quem é você? Você é tão bonita de se olhar."
- "Eu sou uma raposa", disse a raposa.
- "Venha brincar comigo", propôs o Pequeno Príncipe. "Eu estou tão triste."
- "Eu não posso brincar com você", a raposa disse. "Eu não estou cativada."
- "O que significa isso - cativar?"
- "É uma coisa que as pessoas freqüentemente negligenciam", disse a raposa. "Significa estabelecer laços." "Sim", disse a raposa. "Para mim você é apenas um menininho e eu não tenho necessidade de você. E você por sua vez, não tem nenhuma necessidade de mim. Para você eu não sou nada mais do que uma raposa, mas se você me cativar então nós precisaremos um do outro".
A raposa olhou fixamente para o Pequeno Príncipe durante muito tempo e disse:
- "Por favor cativa-me."
- "O que eu devo fazer para cativar você?", perguntou o Pequeno Príncipe.
- "Você deve ser muito paciente", disse a raposa. "Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um pouco mais perto de mim todo dia."
No dia seguinte o principezinho voltou.
- "Teria sido melhor voltares à mesma hora", disse a raposa. "Se tu vens por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens por exemplo a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos".
Então o Pequeno Príncipe cativou a raposa e depois chegou a hora da partida dele.
- "Oh!", disse a raposa. "Eu vou chorar".
- "A culpa é sua", disse o Pequeno Príncipe, "mas você mesma quis que eu a cativasse".
- "Adeus", disse o Pequeno Príncipe.
- "Adeus", disse a raposa. "E agora eu vou contar a você um segredo: nós só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não deve esquecê-la. Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa."
- "Bom dia", disse a raposa.
- "Bom dia", o Pequeno Príncipe respondeu educadamente. "Quem é você? Você é tão bonita de se olhar."
- "Eu sou uma raposa", disse a raposa.
- "Venha brincar comigo", propôs o Pequeno Príncipe. "Eu estou tão triste."
- "Eu não posso brincar com você", a raposa disse. "Eu não estou cativada."
- "O que significa isso - cativar?"
- "É uma coisa que as pessoas freqüentemente negligenciam", disse a raposa. "Significa estabelecer laços." "Sim", disse a raposa. "Para mim você é apenas um menininho e eu não tenho necessidade de você. E você por sua vez, não tem nenhuma necessidade de mim. Para você eu não sou nada mais do que uma raposa, mas se você me cativar então nós precisaremos um do outro".
A raposa olhou fixamente para o Pequeno Príncipe durante muito tempo e disse:
- "Por favor cativa-me."
- "O que eu devo fazer para cativar você?", perguntou o Pequeno Príncipe.
- "Você deve ser muito paciente", disse a raposa. "Primeiro você vai sentar a uma pequena distância de mim e não vai dizer nada. Palavras são as fontes de desentendimento. Mas você se sentará um pouco mais perto de mim todo dia."
No dia seguinte o principezinho voltou.
- "Teria sido melhor voltares à mesma hora", disse a raposa. "Se tu vens por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens por exemplo a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos".
Então o Pequeno Príncipe cativou a raposa e depois chegou a hora da partida dele.
- "Oh!", disse a raposa. "Eu vou chorar".
- "A culpa é sua", disse o Pequeno Príncipe, "mas você mesma quis que eu a cativasse".
- "Adeus", disse o Pequeno Príncipe.
- "Adeus", disse a raposa. "E agora eu vou contar a você um segredo: nós só podemos ver perfeitamente com o coração; o que é essencial é invisível aos olhos. Os homens têm esquecido esta verdade. Mas você não deve esquecê-la. Você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa."
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Tanta leviandade!
Quem, em toda a sua vida, nunca agiu de modo irrefletido, nunca foi precipitado ou imprudente? Quem, de modo algum, jamais, agiu sem seriedade ou foi inconstante?!?
Creio que, alguns mais, outros menos, todos nós já fomos levianos alguma vez na vida! No entanto, o que me parece é que a leviandade passou a ser à base de muitas atitudes e recorrentes escolhas, especialmente aquelas que ganham destaque, seja de que modo for – para o bem ou para o mal.
Assim, já não amamos ou odiamos pelo que realmente somos ou baseados naquilo em que realmente acreditamos. Já nem sabemos mais quais são os valores que nos guiam as verdades que nos conduzem. Perdemos o bom senso, a noção de limite e a capacidade de crítica.
Estamos sempre apostando em sentimentos levianos, que não existem, que não têm raízes. Pessoas Sentimentos precisam ser cultivados, nutridos e considerados como algo muito importante – porque são muito importantes! E o que é importante carece de dedicação, delicadeza, intensidade, tempo... Carece de troca, partilha, disponibilidade, experiências em comum... É o exercício do sentir que torna real o sentimento.
Mas porque insistimos em abandonarmos nossas referências sobre o que seja sentir de verdade, terminamos acreditando que temos muito mais direitos e muito menos deveres do que deveríamos nessas relações levianas e vazias que insistimos
E
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Entre erros e acertos, vamos perdoar.
Entre erros e acertos, vamos perdoar.
Quando estamos apaixonados, tendemos a acreditar que a pessoa amada é perfeita, que ela jamais seria capaz de fazer algo sem que soubéssemos e que pudesse nos magoar. Mas isso não é verdade por um único e óbvio motivo: somos seres que erramos e magoamos aqueles que mais amamos...
Aqui vai uma frase citada no filme Proposta Indecente:
Pensei que fôssemos invencíveis.
Mas se ficamos juntos, não é porque esquecemos o que fizemos um ao outro, e sim porque perdoamos!
Esquecer é impossível, mas perdoar faz parte do amor que sentimos por uma pessoa e, acima de tudo, por nós mesmos. Sendo assim, podemos chegar a duas conclusões distintas:
Merecemos nos dar mais uma chance porque conseguimos superar um acontecimento desagradável e continuar a relação em nome do amor; ou que o melhor é terminar o relacionamento e recomeçar a vida de outra forma, pois não nos sentimos em condições de levar adiante algo que já não faz feliz mais ninguém...
Perdoar não significa necessariamente continuar juntos, mas significa que o amor pode transcender a raiva e o orgulho e dissolver a incompreensão. Como se conseguíssemos nos tornar maiores e mais fortes diante da sensação de termos feito a nossa parte, diante da certeza de que demos o nosso melhor e tentamos tudo o que podíamos para nos fazer felizes.
Muitas vezes, o relacionamento acaba, mas o amor continua pulsando forte. Outras vezes, o amor sucumbe e vai se tornando menor que o desejo de juntar os pedaços, de colar os cacos do que sobrou... E outras vezes, ainda, é preciso morrer para renascer!
Enfim, a vida é feita de ciclos, tudo é perfeito. Tudo está em seu devido lugar e acontece exatamente como tem de acontecer. Precisamos apenas aprender a aceitar, a receber e absorver a sabedoria divina, por mais difícil que seja - e realmente é. Mas o tempo, o amor e o perdão possibilitam a superação da dor.
(Aquarela):
O futuro é uma astronave que tentamos pilotar.
Não tem tempo, nem idade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença, muda a nossa vida e depois convida a rir ou chorar...
E por acreditar nisso, descubro a cada dia o quanto vale a pena acreditar no amor, o quanto podemos ser mais e melhores ao investirmos em nossa capacidade de entender as limitações do outro, de compreender as dificuldades e os deslizes da pessoa amada, mesmo que já não faça sentido continuar com ela... Porque todos nós temos limitações, dificuldades e cometemos erros.
Aprendi que por mais equivocada que eu esteja sempre tomo atitudes baseada numa intenção positiva: A de ser feliz. E o que posso desejar para a pessoa que amo, e que ela seja muito feliz!
Desejo também que as atitudes dela e de ambas sejam dignas, mas sabemos que nem sempre conseguimos e, assim, caminhamos todos em busca da evolução e do amor, precisando perdoar uns aos outros!
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