terça-feira, 15 de junho de 2010

Acabou, acabou...





Acabou, acabou...

Soltei me desapeguei, deixei ir embora... E por isto hoje consigo te encarar e não sentir nada!
Abri meu coração e deixei sair de dentro de mim ás culpas, os erros, as regras não cumpridas, o que fiz sem querer fazer, e o que fiz não querendo fazer... Estou treinando e sentindo que o que acabou e o que foi, não me serve mais!
E de agora em diante, o passado seja apenas um aprendizado; experiências que tornam eu mais amadurecida, menos iludida, mais autêntica, menos dolorida. E com o meu coração esvaziado da lama que me fazia patinar, eu possa enxergar o que ‘é’ e o que poderá ‘ser’. Afinal, é exatamente para nos lembrar desta possibilidade que o Grande Mestre nos deu um presente que ‘separa’ o dia de ontem do dia de amanhã: a noite – prenúncio de uma nova chance!






3 comentários:

Aline Bassin disse...

meu se existisse traducao pro que eu estou sentindo ...vc conseguiu traduzir...eh isso ai...

Gilli disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gilli disse...

Gostei do texto mandou bem!
Me sinto covarde, maluca, indecisa, complicada etc etc etc lendo essas coisas ... porque eu não consigo deixar ir simplismente sem tentar e tentar e tentar, é foda mesmo sabendo que levar a vida aos trancos e barrancos é mais comum do que se imagina, mas acredito que os trancos e os barrancos nada mais são do que características boas e ruins sendo administradas. Elas sempre vão existir, e resta saber se são tranquilas de levar ou não. Se não forem, parte pra outros; pra outros trancos e outros barrancos, mas sempre com eles. Não fuja, vai tropeçando e rindo quando houver tombos.

rss .. uma leve viagem
beijos