quinta-feira, 11 de novembro de 2010



O ego gasta o Amor próprio... 

Dores, afrontas, insucessos, problemas financeiros, enfim brechas para o desamor. Nossa essência, nossa origem é plena e perfeita, mas por memórias rodando no emocional nos desabituamos nos desacostumamos a ser plenos, passamos muito tempo cultuando as intempéries, confundindo aceitação com resignação,nos desmerecendo, banalizando o tempo, retornando ao passado e dando um pulinho no futuro, mas esquecendo de viver o presente. Vagamos para tão longe que nos tornamos estranhos a nós mesmos. 
A falta de amor próprio pode ser o túmulo de nossos sonhos, colocando assim nossa alma lá no fundo, um túmulo de onde ele não ressuscita mais, ou de onde só ressuscita nas nossas memórias, e nomeadamente nos mitos que criamos e idealizamos.  Retornando ao amor em nós, morre a ilusão, as miragens de seres fictícios desaparecerem e assumimos nossa condição real e verdadeira. Entendemos que não somos mais a pessoa de dez anos atrás, mas reconhecemos nossa essência original plena e perfeita aflorando agora, prontinha para ser feliz hoje. 

Ter amor, ser amor, viver amor é tudo uma questão de hábito.

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