São Paulo, 31 de janeiro de 2009. 10: hs
Imaginar
Eu imaginar.
A imaginação é uma capacidade poderosa!
Sem sabedoria, a imaginação é uma professora cruel.
Somos criados para viver em qual destes estados, presente, passado ou futuro...
Passamos a maior parte do tempo vivendo em nossa imaginação: No passado e no futuro!
Acho que passo muito pouco tempo no presente. Passo a maior parte dele no passado, mas na maior parte do tempo estou tentando adivinhar o futuro. Não sou diferente da maioria das pessoas. Quando estou com o meu pensamento elevado a Deus, vivo no presente. Não no passado, se bem que muita coisa pode ser lembrada e aprendida ao se olhar para trás, mas somente para uma visita, não para uma estada demorada. Certamente não vivo o futuro que geralmente eu visualizo ou imagino. Percebo que minha imaginação no futuro, que é quase sempre ditada por algum tipo de medo, raramente me coloca em Deus.
Passo um bocado de tempo me aborrecendo e me preocupando com o futuro, minha imaginação ao futuro geralmente é muito fantasiosa, ou muito sombria, me deprimo é horrível. QUANDO ME PROJETO PARA O FUTURO, Deus sempre esta ausente. Por que fazemos isto, porque não firmamos nosso pensamento no futuro juntamente com Deus?
Em minha tentativa desesperada de conseguir algum controle sobre algo que não posso controlar. È impossível ter poder sobre o futuro, porque ele não é real, e jamais será. Tentamos brincar de Deus imaginado que o mal que tememos pode ser tornar realidade e depois tentamos fazer planos para evitar aquilo que tememos. Por que tenho tanto medo da vida? Mesmo sabendo que existe um Deus e que ele nos ama. Temos um Deus para nos guiar e nos orientar. Então porque não colocarmos ele sempre acima de tudo?
Sou dominada por um medo e mesmo sabendo que Deus pode me libertar com seu grande amor, procuro sempre o caminho mais complicado. Não estou só falando de medos racionais, ligados a perigos reais, e sim de medos imaginários, especialmente da projeção desses medos no futuro. À medida que dou lugar a estes medos, a ação por acreditar que não sou boa, e assim acabo por me esquecer, que no fundo de meu coração há um Deus me ama.
Carla Lopes dos Santos

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